Fisco do ES conquista “Nota A” pelo décimo ano seguido

Governador Renato Casagrande divide o feito com toda a sociedade capixaba e o Secretário Marcelo Altoé enaltece o trabalho de todos os servidores envolvidos. O Subsecretário da Receita Estadual, Benício Costa, ressaltou o trabalho dos Auditores Fiscal da Receita Estadual: “Somos reconhecidos como técnicos qualificados e comprometidos com resultados”.

Em metodologia, em âmbito nacional, que leva em conta os indicadores de endividamento, poupança corrente e liquidez, o estado do Espírito Santo alcançou o nível máximo, Nota A, na Capacidade de Pagamento do Estado (Capag), em avaliação divulgada pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), do Ministério da Economia. O governador Renato Casagrande, no registro de que o estado obtém essa conquista desde o ano de 2012, por dez anos consecutivos, a dividiu com a sociedade: “Essa não é uma conquista do nosso governo, mas sim de todos os capixabas”. Frisou o governador a gestão fiscal responsável desde seu primeiro mandato em 2012 e, “desde então, todos os anos, mantivemos a Nota A”, salientou o governador.

O secretário da Fazenda, Marcelo Altoé, lembrou os incentivos à economia que ajudam na manutenção de empregos e garantem o bom desempenho econômico e a preservação da boa situação fiscal do Estado: “Temos conseguido alcançar essa nota A desde o primeiro governo Renato Casagrande. Agradeço o empenho de todos os servidores das Secretarias da Fazenda (SEFAZ) e de Economia e Planejamento (SEP), que fazem o monitoramento para nos mantermos com boa nota no ranking”, completou. Bruno Dias, subsecretário do Tesouro Estadual, reforçou a gestão da dívida pública como importante para a obtenção da Nota A.

Benício Costa, subsecretário da Receita Estadual, ponderou que mesmo num período de crise e de restrição de atividades econômicas, a arrecadação tributária no Espírito Santo avançou. Benício salientou o esforço fiscal que vem sendo desenvolvido para contribuir na superação da crise, lembrando que as ações fiscais promovidas pelo fisco cresceram mais de quarenta por cento de 2019 para 2020. “Conseguimos manter a arrecadação tributária em níveis estáveis e, graças à nossa organização, manter a estabilidade financeira do Estado”, comentou Benício. “Temos uma equipe muito técnica e muito comprometida com resultados na Secretaria da Fazenda, reconhecida em nível nacional pelos resultados alcançados pelo estado ano após ano”, ponderou.

O primeiro indicador, endividamento, é calculado pela relação entre a dívida consolidada e a receita corrente líquida. O segundo, poupança corrente, é definido pela relação entre a despesa corrente líquida e a receita corrente ajustada. Já o terceiro, liquidez, é calculado pela relação entre as obrigações financeiras e a disponibilidade de caixa bruta. Em todos os três indicadores, o Espírito Santo recebeu a nota máxima. Seja como for, a performance da receita estadual tem sido fator fundamental para a obtenção da Nota A, já que o Espírito Santo vem batendo recordes de receita ano após ano.

Fonte: Sindifiscal- ES

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