Aumento do IOF: Entenda em quais situações você será cobrado

Entenda em quais situações financeiras você será taxado com o aumento do Imposto sobre Transações Financeiras (IOF)

No dia 16 de Setembro (2021) o Presidente Jair Bolsonaro assinou um novo decreto que determina o aumento dos Impostos sobre as Operações Financeiras (IOF) de Pessoas Físicas e Jurídicas, com o objetivo de custear a arrecadação de dinheiro para o Auxílio Brasil (Novo Bolsa Família).

Mas o que isso muda na prática? Veja em quais situações você será taxado com o IOF:

Cartão de crédito: o IOF incide sobre compras feitas por brasileiros com o cartão de crédito nacional, internacional ou online.

Financiamento: o imposto é cobrando ao fazer um empréstimo no banco, soma-se aos custos financeiros da operação o IOF. Dessa forma, quando o imposto aumenta, fica mais caro o custo total de um financiamento. No caso de empréstimos, a alíquota máxima do IOF até agora era de 3% ao ano para pessoas físicas.

Cheque especial: o limite do cheque especial da conta bancária também é taxado o juros quando o cliente entra no vermelho, é taxado sobre o montante vermelho.  A alíquota neste caso é de 0,38% sobre o valor. Há ainda a cobrança de 0,0082% por dia até que a conta corrente volte te ao azul.

Câmbio: na compra e na venda de moeda estrangeira, como o dólar, o consumidor paga para o governo IOF.

Investimentos: em algumas aplicações financeiras, o investidor tem que pagar IOF sobre seu ganho quando faz o resgate de um investimento (como ações, cotas de fundos de investimento e CDBs e títulos do Tesouro) em menos de um mês.

Seguros: a contratação de seguros também prevê a cobrança de IOF.

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